Platinar Ghost of Tsushima é uma experiência que mistura exploração intensa, combate técnico e uma narrativa carregada de honra e conflito moral.
Mas como isso funciona na prática, do início até o troféu final?
O criador de conteúdo ReviRotto documentou toda a sua jornada rumo à platina em um vídeo que se tornou referência entre jogadores brasileiros — não como um guia tradicional, mas como um resumo honesto da experiência real.
A seguir, organizamos os principais passos dessa platina, com base direta na experiência relatada por ele.

Qual dificuldade escolher para platinar?
Para um primeiro contato com o jogo, a escolha foi a penúltima dificuldade.
O motivo é simples: a dificuldade máxima pode transformar o jogo em um “hit kill” constante, o que não é ideal para quem ainda está aprendendo os sistemas de combate.
👉 Importante:
Nenhum troféu é travado por dificuldade, então você pode ajustar isso sem medo.

Estrutura geral da platina de Ghost of Tsushima
Por ser um mundo aberto, a platina é dividida basicamente em quatro grandes pilares:
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História principal
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Missões secundárias (contos)
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Exploração total do mapa
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Troféus de combate e progressão
A boa notícia: não há troféus perdíveis.
Progresso na história (troféus automáticos)
Boa parte dos troféus vem naturalmente ao avançar na campanha:
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Encontrar a espada do clã Sakai
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Primeiras decisões que quebram o “código samurai”
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Libertação da primeira fortaleza
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Resgate de personagens-chave
Esses momentos rendem troféus importantes e ajudam a desbloquear mapas e habilidades.
Combate e posturas: foque nisso cedo
Durante a jornada, é essencial dominar todas as posturas de combate:
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Pedra
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Água
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Vento
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Lua
Além disso, vários troféus exigem ações específicas, como:
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Derrotar inimigos com contra-ataques perfeitos
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Matar inimigos aterrorizados
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Executar inimigos empurrando de locais altos
Esses troféus costumam “pipocar” naturalmente se você variar o estilo de luta.

Exploração total do mapa (a parte mais longa)
Aqui está o coração da platina.
Você precisará completar praticamente tudo:
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Libertar todas as regiões dominadas
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Finalizar todos os contos míticos
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Completar duelos obrigatórios
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Coletar artefatos e registros
Além disso, há atividades fixas espalhadas pelo mapa:
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Fontes termais
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Haicais
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Santuários (raposas)
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Desafios de bambu
⚠️ Atenção:
Alguns jogadores relatam que certos troféus só liberam após 100% real, então vale revisar o mapa com calma antes de se desesperar.

Troféus especiais e referências escondidas
A platina também traz troféus curiosos e referências, como:
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Vestir o traje completo do “ladrão lendário” (referência clara a Sly Cooper)
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Usar tintas específicas de armadura
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Executar confrontos com o número máximo de inimigos
Esses momentos dão personalidade à platina e mostram o carinho da Sucker Punch com o jogo.

A reta final: limpeza total e paciência
O trecho final da platina costuma ser a famosa “limpa de mapa”:
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Conferir regiões restantes
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Revisar atividades concluídas
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Garantir que nenhuma fonte termal, haicai ou santuário ficou para trás
É comum achar que algo bugou — mas, na maioria dos casos, faltava apenas um ponto específico.
Vale a pena platinar Ghost of Tsushima?
Segundo a experiência relatada, sim — com um alerta.
✔️ Vale a pena se você:
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gosta de exploração
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aprecia combates cinematográficos
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curte platinas longas, mas justas
⚠️ Pode cansar se você:
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não gosta de repetir atividades
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se frustra com limpeza de mapa
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espera variedade constante até o fim
Mesmo assim, o consenso é claro: a arte, a direção e a atmosfera do jogo tornam a jornada memorável, mesmo quando o cansaço aparece.
Quer ver tudo isso acontecendo na prática?
O vídeo completo do ReviRotto mostra essa jornada do início à platina, com comentários sinceros, momentos caóticos e aquela sensação clássica de “finalmente foi”.
Recomendado para quem:
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quer entender o ritmo real da platina
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prefere aprender vendo o jogo em ação
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