Alguns jogos conquistam pela história, outros pela ambientação. Tom’s Last Adventure chamou minha atenção pela combinação dos dois com uma boa dose de desafio. Nesta primeira experiência, conheci um jogo de plataforma 2D protagonizado por um gato celestial e descobri que chegar ao destino exige muito mais do que simplesmente pular.
Joguei pela primeira vez durante uma live no canal Joy_TGB, sem pesquisar soluções antecipadamente. A ideia era descobrir as mecânicas junto com a comunidade e ver até onde conseguiria chegar.
Conheça Tom’s Last Adventure
Desenvolvido e publicado pela brasileira Flying Frog Studios, Tom’s Last Adventure é um jogo de plataforma 2D que combina saltos de precisão, obstáculos, armadilhas e habilidades especiais.
A história acompanha Tom, um gato celestial que desce à Terra para encontrar um garoto que o espera. No caminho, o jogador precisa superar diversos desafios para aproximar os dois personagens.
Confira as principais informações do jogo:
- Jogo: Tom’s Last Adventure
- Desenvolvedora e publicadora: Flying Frog Studios
- Gênero: Plataforma 2D, ação e aventura
- Lançamento: 15 de setembro de 2026
- Plataformas: Windows e Linux
- Modo de jogo: Um jogador
- Idioma: Inglês
- Loja: Tom’s Last Adventure na Steam
Jogabilidade: precisão e paciência são fundamentais
Por gostar de jogos como Hollow Knight, fiquei curiosa quando vi a proposta de Tom’s Last Adventure. Os dois compartilham elementos de plataforma que exigem precisão, mas Tom apresenta suas próprias mecânicas e desafios.
Durante a gameplay, precisei aprender a controlar os saltos, usar o dash no momento certo e calcular a distância dos movimentos. Pequenos erros de posicionamento podiam me fazer perder o progresso e repetir trechos.
No começo, também confundi alguns comandos com os de Hollow Knight. Essa adaptação tornou os primeiros desafios ainda mais complicados, mas fez parte da descoberta natural do jogo.

As estrelas e suas habilidades especiais
Um dos elementos mais interessantes são as estrelas, que oferecem habilidades necessárias para avançar pelas fases.
- Estrela branca: ilumina áreas escuras e revela caminhos e plataformas ocultos.
- Estrela azul: concede um salto extra, ajudando a alcançar lugares mais distantes.
- Estrela verde: permite lançar uma esfera brilhante e se teletransportar até a posição dela.
O jogo também apresenta espelhos e portais que tornam o uso dessas habilidades mais estratégico. Não basta apenas saber o que cada estrela faz: é preciso escolher o momento, a direção e o local certos para utilizá-la.
Foi justamente nessa parte que encontrei alguns dos meus maiores obstáculos. Em certos momentos, precisei observar melhor o cenário, testar diferentes movimentos e contar com as sugestões do chat para entender o que estava fazendo de errado.

Visual e trilha sonora chamaram minha atenção
Gostei da identidade visual de Tom’s Last Adventure. O contraste entre os cenários escuros, os elementos coloridos e os perigos espalhados pelas fases ajuda a destacar os caminhos e as habilidades disponíveis.
A música também foi um dos meus pontos favoritos. Mesmo quando eu repetia o mesmo trecho várias vezes, a trilha mantinha uma atmosfera tranquila, criando um contraste interessante com a precisão exigida pela jogabilidade.
Essa combinação me deixou com vontade de continuar explorando o jogo, mesmo depois de tantas tentativas frustradas.
+ de 100 mortes depois, ainda quero continuar
Se tem uma coisa que essa primeira experiência deixou clara, é que Tom’s Last Adventure exige persistência. Morri tantas vezes que alcancei a marca de +100 mortes e desbloqueei uma conquista relacionada a isso.
A situação rendeu boas risadas durante a live, mas também mostrou como o jogo exige atenção aos comandos, ao posicionamento e ao tempo de cada movimento.
Não terminei o jogo nessa transmissão. Ainda tenho fases e mecânicas para conhecer, mas gostei do desafio e da sensação de finalmente conseguir avançar depois de várias tentativas.
Vale a pena conhecer Tom’s Last Adventure?
Minha primeira impressão foi positiva. Gostei da proposta, da trilha sonora, do visual e das habilidades que transformam os obstáculos em pequenos quebra-cabeças de plataforma.
Recomendo conhecer Tom’s Last Adventure se você gosta de jogos 2D que exigem precisão, paciência e disposição para aprender com os erros. Esta ainda não é uma análise completa, porque minha aventura com Tom está longe de terminar.
Assista à minha primeira gameplay de Tom’s Last Adventure
Quer ver como foi descobrir o jogo sem conhecer suas mecânicas? Na live, enfrentei os primeiros desafios, testei as habilidades das estrelas e contei com a ajuda do chat.
Assista à transmissão completa abaixo:


























